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    Cajari: Saúde em estado de abandono, retrato da atual gestão municipal

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    Após a publicação de uma matéria no blog, onde mostrava o abandono do poder público moradores de Cajari enviaram fotos a redação onde mostra o verdadeiro descaso com a saúde pública municipal.

    Leia também: Enquanto a prefeita vive no luxo, população sofre em Cajari

    As imagens são de uma unidade de saúde do Povoado  Enseada Grande I no interior do município, um posto de saúde abandonado, totalmente insalubre, sem medicamentos.
    Segundo relato de moradores o caso já vem acontecendo a algum tempo, pessoas da comunidade estão sem atendimento medico, sem a saúde básica, segundo eles no posto de saúde não ha nem mesmo medicamento para dores de cabeça.

     

    Morre paciente que aguardava ser transferida de hospital após ter tido AVC em São Luís

    Morreu no início da tarde deste sábado (10) a dona de casa Waldenice Oliveira Ferreira, de 45 anos, que estava internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Araçagy e aguardava ser transferida para um hospital em São Luís após ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico. A informação foi confirmada pela família.
    A dona de casa estava internada na ala vermelha da UPA e estava entubada. O Ministério Público do Maranhão (MPMA) havia pedido a transferência dela em até 48 horas, para um hospital onde ela pudesse realizar uma cirurgia. A Defensoria Pública do Maranhão também havia feito o pedido, mas nada havia sido feito.
    A Secretaria de Estado da Saúde (SES) havia informado que aguardava a disponibilidade de leito em unidades do município de São Luís ou da rede estadual de saúde para cumprir a determinação judicial e fazer a transferência.
    Waldenice Oliveira sentiu há sete dias uma forte dor no pescoço e procurou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Vinhais, em São Luís e foi diagnosticada com torcicolo e enxaqueca. Após ter sido medicada, ela voltou para casa mas a dor continuou.
    Na última terça-feira (6), Waldenice se sentiu mal e foi internada na UPA do Aragaçy. No local, a equipe médica diagnosticou que ela tinha tido um AVC hemorrágico. Os médicos recomendaram que ela fosse transferida para um hospital com uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para realizar uma cirurgia e retirar o coágulo que se formou no cérebro dela.

    O velório de Waldenice está marcado para este domingo (11) a partir das 8h. O enterro está previsto para acontecer no fim da tarde de domingo.

    Insegurança alimentar ainda é uma realidade no Maranhão

    Dados da Síntese de Indicadores Sociais, do IBGE, revelam que no Maranhão índices de insegurança alimentar chegam a afetar pouco mais de 60% da população. Há dois anos, o estado concentrava o menor percentual de rendimento domiciliar abaixo da linha da pobreza. No Brasil, a pesquisa também revela que, entre os anos de 2016 e 2017, a pobreza da população passou de 25,7% para 26,5%. Enquanto os extremamente pobres, que vivem com menos de R$140,00, aumentaram de 6,6%, em 2016, para 7,4%, em 2017.
    Os números não são novidade para quem atua na defesa dos direitos das crianças, ajuda a dar respostas às necessidades e contribui para o desenvolvimento delas.
    “A Unicef trabalha com informações e com dados que já são do conhecimento da gestão das políticas públicas, dos pesquisadores e dos especialistas. Principalmente no Maranhão, a gente sabe que os desafios são grandes, e é por essa razão que nós trabalhamos no Maranhão com políticas públicas, parceiros, governos municipais e estadual, com especialistas, para enfrentar o problema da pobreza multidimensional – dentro do qual se insere o tema do acesso a condições nutricionais e de alimentação adequadas”, explica Ofélia Silva, coordenadora do escritório do Unicef no Maranhão.
    De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), seis em cada dez crianças no Brasil vivem na pobreza. São crianças e adolescentes até 17 anos que são monetariamente pobres ou estão privados de um ou mais direitos, como educação, informação, água, saneamento, moradia e proteção contra o trabalho infantil. No Maranhão, saneamento básico e água atingem 75% de crianças e adolescentes.
    Para a Unicef, parcerias firmadas entre a gestão pública estadual e a organização internacional são consideradas importantes para reduzir esses índices como o balanço dos resultados do selo Unicef. Atualmente 180 municípios maranhenses receberam a certificação.

    Prevenção contra as hepatites virais acontece até dia 31

    Diversas ações de prevenção, conscientização e vacinação contra as hepatites virais, desenvolvidas pela Campanha Julho Amarelo, acontecerão na capital até o dia 31 de julho. As iniciativas vão beneficiar a população, em especial, aquela chamada de prioritária, com aplicação de testes rápidos, roda de diálogo sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis e hepatites virais (IST/AIDS), distribuição de preservativos, gel lubrificante e imunização.
    No domingo (28), Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, equipes farão a abordagem durante a Feirinha São Luís, na Praça Benedito Leite. De acordo com a chefe do Departamento de Atenção às IST/AIDS e Hepatites Virais da SES, Jocélia Frazão, o objetivo é unir forças em prol da democratização da informação. “Toda a programação será realizada com a Secretaria de Saúde de São Luís, por meio da Coordenação Municipal IST/AIDS/HIV. Nossa participação reforça o compromisso de parceria entre Estado e Município”, diz.
    As ações serão iniciadas nesta terça-feira (23), das 14h às 17h, com os socioeducandos do Centro Socioeducativo de Internação do São Cristóvão, unidade da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) em São Luís, com a oferta de teste rápido, roda de diálogo sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis e hepatites virais (IST/AIDS) e imunização com foco na Hepatite B, realizado pelos agentes do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Anil.
    Na quarta-feira (24), das 8h às 12h, será a vez dos socioeducandos do Centro Socioeducativo de Internação do Vinhais, com apoio do CTA do Lira. Na quinta (25), as ações acontecem no Centro Socioeducativo Florescer do Anil, unidade de atendimento para sexo feminino, também com assistência do CTA do Anil.
    As ações de apoio continuam na sexta-feira (26), com trabalhadores e profissionais da Vigilância em Saúde de São Luís, da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), das 8h às 12h. A assistência será realizada pelos agentes do CTA do Anil e Lira.
    No domingo (28), o Departamento de Atenção às IST/AIDS e Hepatites Virais da SES estará fazendo panfletagem na Feirinha de São Luís, das 8h às 12h, com apoio de profissionais do Centro de Saúde de Fátima (SAE) do Bairro de Fátima. Na ocasião o material educativo trará informações a respeito do que é a doença, como ela pode ser contraída e as formas de tratamento.
    Na segunda-feira (29), idosos do Centro de Atenção Integral ao Idoso (Caisi), localizado no bairro do Filipinho, poderão contar com roda de conversa sobre Hepatites Virais e momento de imunização. A ação acontecerá das 8h às 12h e das 14h às 17h. A semana de assistência em saúde se encerra com diálogo sobre a doença e distribuição de preservativos e gel lubrificante aos servidores da agência do Banco da Amazônia, no Centro.

    Composto de planta da Mata Atlântica combate leishmaniose e Chagas

    Composto derivado de planta originária da Mata Atlântica, a Nectranda leucantha, conhecida como canela-seca ou canela-branca, combate parasitas que transmitem a leishmaniose visceral e a doença de Chagas. Estudo do Instituto Adolfo Lutz, Universidade Federal do ABC e Universidade de Oxford, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pode resultar em novos medicamentos para o tratamento de pacientes.
    Os pesquisadores dessas instituições têm se dedicado à identificação de substâncias com origem na biodiversidade da Mata Atlântica que possam resultar em novos tratamentos para as chamadas doenças negligenciadas, aquelas causadas por agentes infecciosos ou parasitas que afetam principalmente populações mais pobres. Além da leishmaniose e Chagas, outros exemplos desse tipo de doença são dengue, malária e doença do sono.
    “As doenças negligenciadas afetam vários países especialmente nas zonas tropicais, afetando muitas pessoas carentes. As drogas ou fármacos disponíveis para o tratamento são escassos e trazem muitos efeitos colaterais, de modo que muitos usuários desses fármacos preferem interromper o tratamento antes da cura definitiva. Por isso, a seleção de novos compostos é crucial”, disse o pesquisador João Henrique Ghilardi Lago, da Universidade Federal do ABC (UFABC).
    Responsável pelo isolamento e determinação estrutural dos compostos da canela-seca, Ghilardi destacou que há diversas substâncias na natureza que podem servir como protótipos para o desenvolvimento de novos medicamentos.
    Os compostos retirados da canela-seca foram muito potentes contra a Leishmania infantum – agente causador da leishmaniose visceral – e o Trypanosoma cruzi – causador da doença de Chagas –, de acordo com os pesquisadores, levando inclusive à morte dos parasitas.
    “O próximo passo do nosso trabalho consiste na realização de ensaios in vivo, ou seja, no animal acometido pela doença para confirmação da atividade já observada nos nossos estudos. O importante, nesse caso, é que a substância que testamos apresenta baixa toxicidade, ou seja, é seletiva atuando no parasita”, explicou o pesquisador.
    Ghilardi ressalta que o composto é acessível, o que é uma vantagem quando se trata do desenvolvimento de um remédio. “A preparação dessa substância ativa [que combate os parasitas] é simples e utiliza matérias-primas baratas e facilmente disponíveis. Esse ponto é muito importante quando se busca medicamentos para tratamento de doenças negligenciadas, eles precisam ser eficientes e baratos”, disse.
    Participaram da pesquisa também André Gustavo Tempone Cardoso, do Instituto Adolfo Lutz, responsável pelos ensaios de atividade antiparasitária da substância, e Edward Anderson, da Universidade de Oxford da Inglaterra, responsável pelo planejamento e síntese dos protótipos ativos baseados nos produtos de origem natural.

    Justiça condena Santa Casa de São Luís após suposta injeção letal em bebê

    A Santa Casa de Misericórdia do Maranhão foi condenada a indenizar os pais de uma criança que faleceu após receber uma injeção e morrer logo depois. A sentença é da 3ª Vara Cível de São Luís e foi divulgada nesta terça (9) no Diário de Justiça. Ao G1, a Santa Casa informou que vai recorrer da decisão.

    De acordo com os pais, no dia 6 de setembro de 2009, a criança de 1 ano e 4 meses estava com inflamação na garganta e febre, sendo levada para internação na Santa Casa. Após ser medicada, a criança evoluiu bem e apresentou substancial melhora até o dia 7 de setembro.

    Entretanto, no dia 8, uma enfermeira da Santa Casa aplicou uma medicação que alegou ser penicilina. Tão logo houve a aplicação dessa medicação, seguida de um produto utilizado para limpeza e desobstrução do escalpe intravenoso, a criança entrou em convulsão e veio a óbito.

    O laudo do Instituto Médico Legal atestou que a causa do óbito foi “edema cerebral por hipoxia aguda”, causada por embolia pulmonar bilateral por agente físico-químico. Devido a isso, os pais alegaram a responsabilidade da Santa Casa pela morte de seu filho e pediram indenização por danos morais e materiais.

    A sentença também aponta que a Santa Casa não negou a internação nem a morte da criança em suas dependências, mas argumentou que não há comprovação de que a enfermeira tenha dado causa à morte do bebê. Foi realizada uma audiência de conciliação, mas as partes não chegaram a acordo.

    De acordo o juiz Douglas Airton Ferreira Amorim, há provas suficientes para garantir que a morte da criança se deu em decorrência da injeção que recebeu da enfermeira, ressaltando que a morte aconteceu logo após a aplicação do medicamento.

    “O exame cadavérico é elucidativo ao esclarecer que o elemento externo presente que poderia desencadear alteração do fluxo sanguíneo é o manuseio de veia periférica, punção venosa existente em membro superior direito para administração de medicação endovenosa. Além disso, referido documento também atesta a causa da morte como sendo edema cerebral por hipoxia aguda, causada por embolia pulmonar bilateral por agente físico-químico, agente este que foi aquela medicação intravenosa”, explicou o juiz.

    Douglas Airton afirma ainda que o hospital não informou a frequência com que foi administrada a medicação na criança, sendo fato que uma dosagem exagerada poderia causar a morte. O juiz diz ainda que nunca foi informado no processo qual foi o produto utilizado pela enfermaria para desobstruir o escalpe intravenoso da criança após o uso da penicilina.

    “Ainda que assim não fosse, e se admitisse que a culpa pela morte da criança seria do médico que prescreveu a medicação, mesmo assim subsistiria a responsabilidade civil do Réu, visto que este não se desincumbiu da tarefa de comprovar que o médico não era integrante de seu quadro de funcionários, fato que não se configurava em comprovação de difícil efetivação, bastando anexar ao processo o respectivo contrato de prestação de serviços. Isso, contudo, não logrou fazer”, finalizou o juiz.
    Com a determinação, a Santa Casa deverá pagar R$ 200 mil aos pais a título de danos morais. Já a título de danos materiais, o hospital foi condenado a pagar o valor correspondente a 2/3 de salário-mínimo, multiplicado pelo número de meses de sobrevida útil da criança, totalizando 47 anos, incluindo as verbas correspondentes a férias e 13º salários.

    Férias: Combate ao Aedes deve ser reforçado

    Muita gente se programa para viajar em julho, mês das férias escolares e quando muitas famílias aproveitam para descansar e conhecer outros lugares. Para a diversão não acabar de forma desagradável, é preciso preparar a casa que ficará fechada para evitar que o mosquito encontre algum espaço para se reproduzir, alerta a Secretaria de Estado da Saúde (SES).
    Mesmo em uma viagem curta, é preciso estar atento, já que o ciclo de reprodução do mosquito pode levar de 5 a 10 dias – considerando desde a colocação do ovo até a forma adulta.
    “Aconselhamos as pessoas a fazerem uma vistoria na casa antes de fechá-la, para não deixar nada que possa acumular água. Uma simples tampinha pode servir de criadouro. Só teremos sucesso nessa guerra contra o mosquito se toda a população se mobilizar de forma permanente. Precisamos fazer isto juntos”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.
    Segundo a chefe do Departamento de Epidemiologia da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Graça Lírio, todos os imóveis são potenciais criadouros, dos maiores até os menores, desde que não haja cuidado dos moradores.
    “As viagens de férias em julho estão ligadas a um componente do controle do Aedes que são os imóveis fechados, que o agente não consegue adentrar para fazer o trabalho de inspeção, orientação e destruição de focos. Isso gera o que chamamos de pendência, que deve ser menor de 5% dos imóveis vistoriados. No entanto, na capital, por exemplo, essa pendência chega a ser mais de 20%. Nas férias, essas pendências aumentam”, informa.
    Algumas medidas podem evitar que o mosquito, transmissor de dengue, zika e febre chikungunya, se reproduza, tais como: verificar espaços dentro e fora de casa para eliminar todo e qualquer recipiente que possa acumular água, como vasos de plantas, baldes e garrafas vazias; vedar ralos; limpar calhas; telar caixas d’água e tanques; manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo e em áreas cobertas.
    Deixar uma pessoa responsável por fazer a limpeza e vistoria no imóvel no período em que a família estiver fora também é recomendado, principalmente porque o período chuvoso no estado se estendeu este ano.
    Boletim
    O último boletim epidemiológico emitido pela Coordenação Estadual de Prevenção e Controle das Arboviroses Dengue/Chikungunya/Zika Vírus mostra que o Maranhão registrou, até o dia 15 de junho, 3.649 casos de dengue, 560 de chikungunya e 137 de zika vírus, um aumento respectivo de 93,58%, 7,69% e 41,00% em relação ao mesmo período de 2018.
    “Em relação à dengue, esse volume de casos dá uma incidência de 48 casos por 100 mil habitantes. Incidência ainda considerada baixa [considera-se média a partir de 100 casos/100 mil habitantes]. Apesar do aumento, o Maranhão ainda está com a incidência baixa”, avalia Graça Lírio.
    Alguns municípios do estado registraram aumento de casos, como Barra do Corda, Santa Filomena, Alto Alegre do Maranhão e Colinas. “Apesar de terem aumento de casos nesses lugares, foi feito um trabalho rápido de contenção da infestação e da circulação viral e eles não tiveram aumento na incidência”, completa.
    A Graça Lírio explica que o trabalho de combate ao Aedes é tripartite, com responsabilidades divididas entre União, Estado e municípios. O trabalho de campo para combate ao mosquito, por exemplo, é de responsabilidade dos municípios, conforme as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). “Temos que continuar trabalhando a educação em saúde para sempre chamar atenção da população para este cuidado”, finaliza.

    Médicos denunciam 3 meses de atraso nos salários

    Problemas envolvendo repasses de valores do governo para empresas terceirizadas estão prejudicando o salário de médicos contratados, é o que denuncia o Sindicato dos Médicos do Estado do Maranhão. Segundo o Sindicato, há pelo menos três meses os salários estão atrasados e esse é um problema antigo, mas que piorou nos últimos anos de acordo com o diretor do Sidmed.
    “Esse problema não é recente. Há muitos anos que ele ocorre e nos últimos dois anos ele vem piorado com a desculpa da crise financeira que passa o país, mas principalmente o estado do Maranhão”, explica Francisco Veras.
    Segundo o diretor, os médicos não recebem fixo e sim por plantão e são geralmente contratados de uma empresa que é subcontratada de outra, havendo assim uma terceirização do serviço. Além da falta de aumentos e no atraso dos salários, o sindicato ainda aponta perdas reais nos valores recebidos pelos profissionais e ainda denunciam falta de condições de trabalho.
    “Atualmente algumas empresas receberam março e outras estão recebendo abril e outras não receberam. Juntamente a isso, houve uma diminuição no valor do plantão. Desde o início do atual governo não houve aumento no valor do plantão”, reclama o Sindicato.
    No ano passado, os médicos chegaram a ficar quatro meses com os salários atrasados e chegaram a decretar uma greve geral em novembro, que foi embargada por conta de uma decisão judicial. Agora novamente com três meses de atraso, eles não descartam a possibilidade de decretar um novo estado de greve.
    Uma reunião esta marcada para o dia 10 de julho, quando os médicos vão decidir em assembleia o que devem fazer para tentar resolver os problemas que afetam a categoria.

    Pesquisador do Maranhão descobre planta capaz de combater o mosquito Aedes Aegypti

    Um pesquisador maranhense descobriu que a planta Melosa, encontrada nas margens do Rio Preto, região do baixo Parnaíba, pode ser uma arma natural contra o Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. No caso da dengue, a Secretaria Estadual de Saúde já confirmou quatro mortes pela doença no Maranhão em 2019.
    O novo larvicida natural está em fase de testes no Laboratório de Química do Instituto Federal do Maranhão (IFMA). A melosa apresentou uma composição química diferente dos óleos já empregados pela medicina e indústria de cosméticos, e faz as larvas do mosquito não resistirem por muito tempo.

    A Melosa era desconhecida há cerca de um ano da comunidade científica, mas a identificação já foi confirmada pelo Instituto de Biologia da Universidade de Campinas e foi catalogada como Disygostemom Riparium.

    Um estudo científico da planta também já foi aceito e deve ser publicado ainda em 2019 pelo Museu Botânico de Berlim, um dos mais conceituados da Europa.

    “Buscar um larvicida com a composição do óleo essencial, de composição complexa, portanto mais difícil da larva associar. Então talvez seja mais difícil dela [larva do Aedes] desenvolver resistência”, afirmou o químico Rogério Teles.

    As pesquisas ainda estão em andamento. Embora os resultados sejam animadores, Rogério Teles faz um alerta.

    “O Aedes Aegypti é uma das espécies com maior capacidade de se renovar através da mutação genética. Ela se adapta a meios que antes não se adaptava. Então a melhor maneira de se combater o mosquito é com a prevenção”, reforça o pesquisador.

    Rosário e 58 municípios receberão 121 profissionais do programa Mais Médicos

    59 municípios do Maranhão começarão a receber, a partir de hoje (24), 121 profissionais selecionados para o Mais Médicos, durante o 18º ciclo do programa. Em todo o país, foram 1.975 profissionais selecionados e segundo o Ministério da Saúde, o reforço beneficiará mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas áreas mais vulneráveis do Brasil.
    No Maranhão, Caxias é o município que receberá mais profissionais, serão 11 médicos, seguido por Codó, que recebe 10 médicos.
    Também receberão médicos as cidades: Altamira Do Maranhão, Alto Alegre Do Maranhão, Amarante Do Maranhão, Anajatuba, Anapurus, Bacabal, Bacabeira, Barreirinhas, Bequimão, Bom Jesus Das Selvas, Bom Lugar, Brejo, Buriti Bravo, Buriticupu, Cajari, Carolina, Chapadinha, Coelho Neto, Conceição Do Lago-Acu, Coroatá, Dsei Maranhão, Duque Bacelar, Esperantinopolis, Fortuna, Governador Newton Bello, Grajau, Itapecuru Mirim, Lagoa Do Mato, Matinha, Matões Do Norte, Monção, Morros, Paço Do Lumiar, Parnarama, Penalva, Pinheiro, Presidente Dutra, Presidente Sarney, Primeira Cruz, Rosário, Santa Helena, Santa Luzia, Santa Quitéria Do Maranhão, Santa Rita, Santo Amaro Do Maranhão, Santo Antônio Dos Lopes, São Bento, São Jose De Ribamar, São Jose Dos Basilios, Satubinha, Timbiras, Timon, Tutoia, Vargem Grande, Viana, Vila Nova Dos Martírios, Zé Doca.
    Os profissionais selecionados terão até o dia 28 de junho para comparecer aos municípios e iniciar as atividades nas unidades de saúde. Nesta primeira fase do 18º ciclo do programa, a seleção priorizou a participação de profissionais “formados e habilitados com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM)”, preferencialmente “com perfil de atendimento para a Atenção Primária”.
    Para tanto, o Ministério da Saúde estabeleceu “critérios de classificação, como títulos de Especialista e/ou Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade”.
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  • Policiais do 27º BPM prende estuprador em Rosário

    Policiais do 27º BPM prende estuprador em Rosário

    Um homem identificado como Walison Rodrigues dos Santos de 28 anos foi preso no início da noite desta segunda-feira (12), pela prática de estupro de vulnerável na cidade de Rosário, no Bairro Lagoa Azul, a vítima tem 17 anos, ela estava voltando da escola em uma bicicleta, quando foi surpreendida pelo indivíduo.A prisão aconteceu após policiais de serviço atenderem um chamado da central, de que ele teria cometido o crime de estupro, no endereço informado, a equipe de serviço foi até o local.

    Posted by Blog do Suerle Mourao on Monday, 12 August 2019
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