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    Justiça condena Santa Casa de São Luís após suposta injeção letal em bebê

    A Santa Casa de Misericórdia do Maranhão foi condenada a indenizar os pais de uma criança que faleceu após receber uma injeção e morrer logo depois. A sentença é da 3ª Vara Cível de São Luís e foi divulgada nesta terça (9) no Diário de Justiça. Ao G1, a Santa Casa informou que vai recorrer da decisão.

    De acordo com os pais, no dia 6 de setembro de 2009, a criança de 1 ano e 4 meses estava com inflamação na garganta e febre, sendo levada para internação na Santa Casa. Após ser medicada, a criança evoluiu bem e apresentou substancial melhora até o dia 7 de setembro.

    Entretanto, no dia 8, uma enfermeira da Santa Casa aplicou uma medicação que alegou ser penicilina. Tão logo houve a aplicação dessa medicação, seguida de um produto utilizado para limpeza e desobstrução do escalpe intravenoso, a criança entrou em convulsão e veio a óbito.

    O laudo do Instituto Médico Legal atestou que a causa do óbito foi “edema cerebral por hipoxia aguda”, causada por embolia pulmonar bilateral por agente físico-químico. Devido a isso, os pais alegaram a responsabilidade da Santa Casa pela morte de seu filho e pediram indenização por danos morais e materiais.

    A sentença também aponta que a Santa Casa não negou a internação nem a morte da criança em suas dependências, mas argumentou que não há comprovação de que a enfermeira tenha dado causa à morte do bebê. Foi realizada uma audiência de conciliação, mas as partes não chegaram a acordo.

    De acordo o juiz Douglas Airton Ferreira Amorim, há provas suficientes para garantir que a morte da criança se deu em decorrência da injeção que recebeu da enfermeira, ressaltando que a morte aconteceu logo após a aplicação do medicamento.

    “O exame cadavérico é elucidativo ao esclarecer que o elemento externo presente que poderia desencadear alteração do fluxo sanguíneo é o manuseio de veia periférica, punção venosa existente em membro superior direito para administração de medicação endovenosa. Além disso, referido documento também atesta a causa da morte como sendo edema cerebral por hipoxia aguda, causada por embolia pulmonar bilateral por agente físico-químico, agente este que foi aquela medicação intravenosa”, explicou o juiz.

    Douglas Airton afirma ainda que o hospital não informou a frequência com que foi administrada a medicação na criança, sendo fato que uma dosagem exagerada poderia causar a morte. O juiz diz ainda que nunca foi informado no processo qual foi o produto utilizado pela enfermaria para desobstruir o escalpe intravenoso da criança após o uso da penicilina.

    “Ainda que assim não fosse, e se admitisse que a culpa pela morte da criança seria do médico que prescreveu a medicação, mesmo assim subsistiria a responsabilidade civil do Réu, visto que este não se desincumbiu da tarefa de comprovar que o médico não era integrante de seu quadro de funcionários, fato que não se configurava em comprovação de difícil efetivação, bastando anexar ao processo o respectivo contrato de prestação de serviços. Isso, contudo, não logrou fazer”, finalizou o juiz.
    Com a determinação, a Santa Casa deverá pagar R$ 200 mil aos pais a título de danos morais. Já a título de danos materiais, o hospital foi condenado a pagar o valor correspondente a 2/3 de salário-mínimo, multiplicado pelo número de meses de sobrevida útil da criança, totalizando 47 anos, incluindo as verbas correspondentes a férias e 13º salários.

    Férias: Combate ao Aedes deve ser reforçado

    Muita gente se programa para viajar em julho, mês das férias escolares e quando muitas famílias aproveitam para descansar e conhecer outros lugares. Para a diversão não acabar de forma desagradável, é preciso preparar a casa que ficará fechada para evitar que o mosquito encontre algum espaço para se reproduzir, alerta a Secretaria de Estado da Saúde (SES).
    Mesmo em uma viagem curta, é preciso estar atento, já que o ciclo de reprodução do mosquito pode levar de 5 a 10 dias – considerando desde a colocação do ovo até a forma adulta.
    “Aconselhamos as pessoas a fazerem uma vistoria na casa antes de fechá-la, para não deixar nada que possa acumular água. Uma simples tampinha pode servir de criadouro. Só teremos sucesso nessa guerra contra o mosquito se toda a população se mobilizar de forma permanente. Precisamos fazer isto juntos”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.
    Segundo a chefe do Departamento de Epidemiologia da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Graça Lírio, todos os imóveis são potenciais criadouros, dos maiores até os menores, desde que não haja cuidado dos moradores.
    “As viagens de férias em julho estão ligadas a um componente do controle do Aedes que são os imóveis fechados, que o agente não consegue adentrar para fazer o trabalho de inspeção, orientação e destruição de focos. Isso gera o que chamamos de pendência, que deve ser menor de 5% dos imóveis vistoriados. No entanto, na capital, por exemplo, essa pendência chega a ser mais de 20%. Nas férias, essas pendências aumentam”, informa.
    Algumas medidas podem evitar que o mosquito, transmissor de dengue, zika e febre chikungunya, se reproduza, tais como: verificar espaços dentro e fora de casa para eliminar todo e qualquer recipiente que possa acumular água, como vasos de plantas, baldes e garrafas vazias; vedar ralos; limpar calhas; telar caixas d’água e tanques; manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo e em áreas cobertas.
    Deixar uma pessoa responsável por fazer a limpeza e vistoria no imóvel no período em que a família estiver fora também é recomendado, principalmente porque o período chuvoso no estado se estendeu este ano.
    Boletim
    O último boletim epidemiológico emitido pela Coordenação Estadual de Prevenção e Controle das Arboviroses Dengue/Chikungunya/Zika Vírus mostra que o Maranhão registrou, até o dia 15 de junho, 3.649 casos de dengue, 560 de chikungunya e 137 de zika vírus, um aumento respectivo de 93,58%, 7,69% e 41,00% em relação ao mesmo período de 2018.
    “Em relação à dengue, esse volume de casos dá uma incidência de 48 casos por 100 mil habitantes. Incidência ainda considerada baixa [considera-se média a partir de 100 casos/100 mil habitantes]. Apesar do aumento, o Maranhão ainda está com a incidência baixa”, avalia Graça Lírio.
    Alguns municípios do estado registraram aumento de casos, como Barra do Corda, Santa Filomena, Alto Alegre do Maranhão e Colinas. “Apesar de terem aumento de casos nesses lugares, foi feito um trabalho rápido de contenção da infestação e da circulação viral e eles não tiveram aumento na incidência”, completa.
    A Graça Lírio explica que o trabalho de combate ao Aedes é tripartite, com responsabilidades divididas entre União, Estado e municípios. O trabalho de campo para combate ao mosquito, por exemplo, é de responsabilidade dos municípios, conforme as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). “Temos que continuar trabalhando a educação em saúde para sempre chamar atenção da população para este cuidado”, finaliza.

    Médicos denunciam 3 meses de atraso nos salários

    Problemas envolvendo repasses de valores do governo para empresas terceirizadas estão prejudicando o salário de médicos contratados, é o que denuncia o Sindicato dos Médicos do Estado do Maranhão. Segundo o Sindicato, há pelo menos três meses os salários estão atrasados e esse é um problema antigo, mas que piorou nos últimos anos de acordo com o diretor do Sidmed.
    “Esse problema não é recente. Há muitos anos que ele ocorre e nos últimos dois anos ele vem piorado com a desculpa da crise financeira que passa o país, mas principalmente o estado do Maranhão”, explica Francisco Veras.
    Segundo o diretor, os médicos não recebem fixo e sim por plantão e são geralmente contratados de uma empresa que é subcontratada de outra, havendo assim uma terceirização do serviço. Além da falta de aumentos e no atraso dos salários, o sindicato ainda aponta perdas reais nos valores recebidos pelos profissionais e ainda denunciam falta de condições de trabalho.
    “Atualmente algumas empresas receberam março e outras estão recebendo abril e outras não receberam. Juntamente a isso, houve uma diminuição no valor do plantão. Desde o início do atual governo não houve aumento no valor do plantão”, reclama o Sindicato.
    No ano passado, os médicos chegaram a ficar quatro meses com os salários atrasados e chegaram a decretar uma greve geral em novembro, que foi embargada por conta de uma decisão judicial. Agora novamente com três meses de atraso, eles não descartam a possibilidade de decretar um novo estado de greve.
    Uma reunião esta marcada para o dia 10 de julho, quando os médicos vão decidir em assembleia o que devem fazer para tentar resolver os problemas que afetam a categoria.

    Pesquisador do Maranhão descobre planta capaz de combater o mosquito Aedes Aegypti

    Um pesquisador maranhense descobriu que a planta Melosa, encontrada nas margens do Rio Preto, região do baixo Parnaíba, pode ser uma arma natural contra o Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. No caso da dengue, a Secretaria Estadual de Saúde já confirmou quatro mortes pela doença no Maranhão em 2019.
    O novo larvicida natural está em fase de testes no Laboratório de Química do Instituto Federal do Maranhão (IFMA). A melosa apresentou uma composição química diferente dos óleos já empregados pela medicina e indústria de cosméticos, e faz as larvas do mosquito não resistirem por muito tempo.

    A Melosa era desconhecida há cerca de um ano da comunidade científica, mas a identificação já foi confirmada pelo Instituto de Biologia da Universidade de Campinas e foi catalogada como Disygostemom Riparium.

    Um estudo científico da planta também já foi aceito e deve ser publicado ainda em 2019 pelo Museu Botânico de Berlim, um dos mais conceituados da Europa.

    “Buscar um larvicida com a composição do óleo essencial, de composição complexa, portanto mais difícil da larva associar. Então talvez seja mais difícil dela [larva do Aedes] desenvolver resistência”, afirmou o químico Rogério Teles.

    As pesquisas ainda estão em andamento. Embora os resultados sejam animadores, Rogério Teles faz um alerta.

    “O Aedes Aegypti é uma das espécies com maior capacidade de se renovar através da mutação genética. Ela se adapta a meios que antes não se adaptava. Então a melhor maneira de se combater o mosquito é com a prevenção”, reforça o pesquisador.

    Rosário e 58 municípios receberão 121 profissionais do programa Mais Médicos

    59 municípios do Maranhão começarão a receber, a partir de hoje (24), 121 profissionais selecionados para o Mais Médicos, durante o 18º ciclo do programa. Em todo o país, foram 1.975 profissionais selecionados e segundo o Ministério da Saúde, o reforço beneficiará mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas áreas mais vulneráveis do Brasil.
    No Maranhão, Caxias é o município que receberá mais profissionais, serão 11 médicos, seguido por Codó, que recebe 10 médicos.
    Também receberão médicos as cidades: Altamira Do Maranhão, Alto Alegre Do Maranhão, Amarante Do Maranhão, Anajatuba, Anapurus, Bacabal, Bacabeira, Barreirinhas, Bequimão, Bom Jesus Das Selvas, Bom Lugar, Brejo, Buriti Bravo, Buriticupu, Cajari, Carolina, Chapadinha, Coelho Neto, Conceição Do Lago-Acu, Coroatá, Dsei Maranhão, Duque Bacelar, Esperantinopolis, Fortuna, Governador Newton Bello, Grajau, Itapecuru Mirim, Lagoa Do Mato, Matinha, Matões Do Norte, Monção, Morros, Paço Do Lumiar, Parnarama, Penalva, Pinheiro, Presidente Dutra, Presidente Sarney, Primeira Cruz, Rosário, Santa Helena, Santa Luzia, Santa Quitéria Do Maranhão, Santa Rita, Santo Amaro Do Maranhão, Santo Antônio Dos Lopes, São Bento, São Jose De Ribamar, São Jose Dos Basilios, Satubinha, Timbiras, Timon, Tutoia, Vargem Grande, Viana, Vila Nova Dos Martírios, Zé Doca.
    Os profissionais selecionados terão até o dia 28 de junho para comparecer aos municípios e iniciar as atividades nas unidades de saúde. Nesta primeira fase do 18º ciclo do programa, a seleção priorizou a participação de profissionais “formados e habilitados com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM)”, preferencialmente “com perfil de atendimento para a Atenção Primária”.
    Para tanto, o Ministério da Saúde estabeleceu “critérios de classificação, como títulos de Especialista e/ou Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade”.

    Junho Vermelho: campanha destaca a importância da doação de sangue

    O mês de junho é tipicamente o período que as temperaturas começam a cair, propiciando aumento da incidência de infecções respiratórias, além da temporada de provas em universidades, escolas e do início das férias escolares. Por isso é o período em que se costuma registrar quedas significativas nos estoques dos bancos de sangue, públicos e privados. Para destacar a importância da doação de sangue nesse momento do ano, começou no último sábado (1º) a campanha Junho Vermelho.
    A campanha iluminará com a cor vermelha, durante todo o mês, instituições públicas e privadas, prédios históricos e monumentos em diferentes localidades do país. Serão feitas ações especiais durante a semana do Dia Mundial do Doador de Sangue, que é comemorado no dia 14 de junho. Lançada no estado de São Paulo, a campanha Junho Vermelho ganhou status de lei estadual em 15 de março de 2017 (nº 16.386) e passou a ser promovida em todo o país.
    Segundo a fundadora do Eu Dou Sangue, Debi Aronis, a ideia de criar o movimento veio depois de seu pai precisar de sangue devido a uma doença delicada e de perceber que o período estava com estoques baixos nos hemocentros e hospitais. “Somente aqueles que enfrentam uma dificuldade e precisam da doação para que familiares ou amigos possam sobreviver sabem da importância desse ato. É um pequeno gesto, individual e gratuito, mas com consequências expressivas”.
    Debi explicou que o fato de as pessoas estarem menos propensas a sair de casa não diminui, e por vezes até aumenta, a rotina dos hospitais que atendem desde vítimas de acidentes de trânsito e da violência urbana até os portadores de doenças que requerem transfusões sanguíneas como câncer, anemia falciforme e outras patologias, incluindo os procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, como transplantes e cirurgias cardíacas. “É importante ressaltar que a demanda de sangue permanece inalterada, apesar da redução da oferta nos estoques dos hemocentros”.
    De acordo com uma pesquisa feita em 2017 pelo Eu Dou Sangue em parceria com o Instituto Datafolha, cerca de 92% dos brasileiros disseram não ter doado sangue entre junho de 2016 e junho de 2017.  De acordo com o levantamento, além do recesso e do clima mais frio, feriados e dias chuvosos também impactam negativamente os hemocentros, que costumam registrar queda de 30% em seus estoques no período.
    Os dados também mostraram que 39% dos brasileiros admitem não saber qual é seu tipo de sangue. O estudo, que ouviu 2.771 entrevistados em todo o país, mostrou que o desconhecimento é maior entre os homens (44%) do que entre as mulheres (35%). Assim como a maioria dos jovens (52%), na faixa dos 16 aos 24 anos, também desconhecem esse aspecto de seu próprio corpo.
    A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que cada país tenha, entre 3% e 5% de sua população doadora de sangue frequente. No Brasil, o índice fica em 1,8%, enquanto em alguns países da Europa, cerca de 7%.

    SES descarta surto de meningite no Maranhão e alerta população para novos casos

    A Secretaria de Estado da Saúde (SES) descartou nesta quarta-feira (29) a possibilidade de surto de meningite no Maranhão. A SES afirma que não há vinculo epidemiológico entre os casos que foram registrados esta semana e que caracterize surto da doença.
    Em quatro dias, dois casos de meningite foram notificados em São Luís e causaram pânico na população. De acordo com o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) os dois casos notificados foram registrados nos municípios de São José de Ribamar e em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana da capital.
    O primeiro caso é de uma criança de quatro anos que vive no bairro Araçagy em São José de Ribamar, que deu entrada no último dia 23 de maio em um hospital particular de São Luís. Após testes laboratoriais, foi confirmado o diagnóstico de meningite viral. A SES informou que o estado da criança é estável e todos os sintomas estão sendo tratados, mas ainda não há previsão de alta.
    A segunda notificação foi registrada na segunda-feira (27). A mulher de 24 anos, que não teve o nome revelado, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade Operária com fortes dores de cabeça, náuseas e rigidez na nuca. A jovem segue sob cuidados médicos e a SES aguarda o resultado dos exames laboratoriais.
    Segundo a SES, a Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios estão em alerta, acompanhando todos os casos notificados e realizando procedimentos de prevenção e controle.
    Meningite no Maranhão
    Em 2019, a Secretaria de Saúde do Maranhão (SES) já registrou 124 casos suspeitos de meningite, sendo 44 casos confirmados após exames laboratoriais. Segundo a secretaria, 13 pessoas morreram no estado por conta da doença, sendo cinco mortes somente em São Luís.
    A SES alerta a população que por conta do período chuvoso que ocorre no Maranhão, aumentam as chances do aparecimento de doenças respiratórias como meningite e influenza. Por conta disso, a Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, alerta professores de escolas, creches e funcionários de ambientes com muita aglomeração para adotar medidas de prevenção.
    O que é meningite?
    A meningite é um processo inflamatório das meninges, que são as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas ou por infecções. As meningites virais e bacterianas são consideradas as mais importantes, já que podem ocasionar surtos.
    A doença é transmitida pelo contato direto e prolongado por meio das secreções respiratórias entre pessoas infectadas, assintomáticas. Entre os sintomas, estão dores de cabeça, febre alta, vômitos, rigidez na nuca, pequenas manchas avermelhadas na pele. Em crianças menores de um ano, irritações e choro constante são sintomas da meningite.
    No Brasil, a meningite é considerada uma doença endêmica, ou seja, com a expectativa de notificação de casos durante o ano, sendo esperados casos de meningite bacteriana durante o inverno e das virais no verão.
    Tratamento
    Após a constatação de alguns sintomas, os pacientes devem procurar imediatamente atendimento médico para a realização de exames laboratoriais que confirmem a doença. Assim que confirmado, o caso deve ser notificado à Vigilância Epidemiológica Municipal para medidas de controle imediato.
    Segundo a SES, a vacinação contra meningite para bloqueio está indicada em situações em que haja a caracterização de surto da doença.

    Em quatro dias, dois casos de meningite são notificados em São Luís

    Nos últimos dias dois casos de meningite foram notificados em São Luís e Região Metropolitana, de acordo com nota informativa divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão (SES), nessa terça-feira (28).

    De acordo com o informativo, os dois casos notificados, registrados pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), foram de uma criança de quatro anos, que deu entrada em um hospital particular de São Luís, na última quinta-feira (23), cujo diagnóstico laboratorial confirmou meningite viral, e de uma jovem de 24 anos, residente do município de Paço do Lumiar, que deu entrada, na segunda-feira (27), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do bairro Cidade Operária apresentando os sintomas da doença. A paciente encontra-se em observação, aguardando resultado de exames.

    Segundo a SES, todas as medidas de prevenção e controle em relação aos casos estão desenvolvidas.

    Ainda segundo o informativo, em 2019 já foram notificados em todo o Estado 124 casos entre suspeitos e confirmados de meningite, sendo 44 confirmados, desse total, 13 mortes e 81 casos descartados.

    Só em São Luís, foram confirmados 14 casos, sendo cinco óbitos.

    Procurada pelo Imirante.com, por meio de nota, a SES informou que assegura não haver vínculo epidemiológico entre os casos de meningite no Maranhão, e ressalta que não há indicação de fechar escolas e creches.

    Veja a nota na íntegra:

    “A Secretaria de Estado da Saúde (SES) assegura que não há vínculo epidemiológico entre os casos de meningite no Maranhão, de modo que não é possível falar em surto da doença, o que aconteceu pela última vez em 2012 no estado.

    Por essa razão, a SES ressalta que não há indicação de fechar escolas e creches, mas reforça a importância de manter medidas preventivas como a vacinação de bebês (3, 5 e 12 meses) e adolescentes (11 a 14 anos incompletos), além de manter ambientes ventilados e a lavagem das mãos.

    Por fim, a Secretaria comunica que todos os casos notificados são investigados e as medidas de prevenção e controle adotadas.”

    Com informações/Imirante

    Regional da Saúde de Rosário realiza curso de AIDPI NEONATAL. na região do Munim

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    Foi realizado na ultima sexta-feira (24), o primeiro curso de AIDPI NEONATAL ( Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância) da Região de Saúde de Rosário, para médicos e enfermeiros que trabalham nos municípios do Munim.
    Essa é uma parceria como o GOVERNO DO ESTADO, SES, UFMA E VALE DO RIO DOCE, o Gestor Regional Willame Anceles e sua equipe, a chefe da Educação e Saúde Carla de Nilsa, diretora de saúde Elizabeth, chefe do setor de entrega de matérias Edinete e o apoiador Flávio, agrade ao Governador Flávio Dino, Secretário de Saúde do Estado Dr Carlos Lula, Dra Graça professora da Ufma e a Dra Ricarda chefe da Educação e Saúde do Estado, pela preocupação com as nossas crianças, no dia 10 deste mês aconteceu também o curso de Reanimação Neonatal, que foi ministrado pela professora Dra Marynea.
    São dois cursos de muita importância para nossa região, que depois de fazer esse curso os profissionais já estão colocando em prática no dia a dia, tiveram também o apoio dos secretário de saúde de Axixá Dr Thiago e Sec Viviane de Rosário.
    A Regional de Rosário através da Sec de Saúde do Estado vem realizando grande trabalho no Munim, que são composto por 12 municípios, Santa Rita, Bacabeira, Rosário, Morros, Icatu, Presidente Juscelino, Cachoeira Grande, Axixá, Primeira Cruz, Humberto de Campos, Santo Amaro e Barreirinhas

    Vacina contra chikungunya já passa por testes em humanos

    Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, já realizam testes em humanos para obter uma vacina segura e eficaz contra a chikungunya. O estudo foi apresentado ontem (10), no Rio de Janeiro, pelo infectologista mexicano Arturo Reyes-Sandoval, no Simpósio Desafios e Oportunidades na Pesquisa Clínica em Chikungunya: Produzindo Evidências para Saúde Pública.
    A vacina contra o vírus da chikungunya já está em testes em 24 voluntários no Reino Unido e deve passar por uma nova rodada de testagens ao longo do ano que vem, com entre 120 e 150 pessoas no México. Arturo conta que os testes realizados atualmente buscam uma dosagem eficiente para a imunização, que já demonstrou não apresentar efeitos adversos. O estudo no México deve avaliar também a possibilidade de uma vacina que combine a imunização da chikungunya e da zika de forma segura. Caso a pesquisa caminhe no melhor dos cenários, estima, uma vacina contra a doença pode estar disponível em cinco anos.
    O pesquisador afirma que, ao contrário de outros vírus, o da chikungunya tem uma capacidade limitada de mutação, o que permitiu que os pesquisadores mapeassem todas as suas formas registradas e criassem uma vacina com base em uma sequência genética que abrange todas e permitisse precaver futuras mutações.
    “Estarmos um passo à frente do vírus”, comemora Arturo. Ele afirma que o principal entrave para os avanços no combate à doença eram a falta de conhecimento e de financiamento para as pesquisas. “Historicamente, a grande dificuldade foi a falta de interesse. Agora, a chikungunyua está em muitas partes do mundo e está chegando à Europa. Isso favorece o financiamento.”
    A presença do vírus no Brasil e a capacidade de instituições como o Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz fazem com que o país seja um importante parceiro para o futuro das pesquisas desenvolvidas em Oxford, aponta Arturo Reyes-Sandoval.
    “Depois de testarmos no México, considero que o país mais importante para finalizar esse desenvolvimento é o Brasil. O Brasil tem capacidade econômica e instituições fortes para poder produzir a vacina.”
  • Anne Boutique

  • Policiais do 27º BPM prende estuprador em Rosário

    Policiais do 27º BPM prende estuprador em Rosário

    Um homem identificado como Walison Rodrigues dos Santos de 28 anos foi preso no início da noite desta segunda-feira (12), pela prática de estupro de vulnerável na cidade de Rosário, no Bairro Lagoa Azul, a vítima tem 17 anos, ela estava voltando da escola em uma bicicleta, quando foi surpreendida pelo indivíduo.A prisão aconteceu após policiais de serviço atenderem um chamado da central, de que ele teria cometido o crime de estupro, no endereço informado, a equipe de serviço foi até o local.

    Posted by Blog do Suerle Mourao on Monday, August 12, 2019
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